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Podcast sobre a semana da velocidade
Ouça o novo podcast sobre a semana da velocidade e comente.
http://www2.uol.com.br/teojose/m/av5.mp3
Escrito por Téo José às 16h21
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Espaço livre
Em primeiro lugar quero desejar um ótimo final de semana à todos os Amigos da Velocidade. Depois de muitos fora, passarei a maior parte deste em casa. Viajo à noite para São Paulo. Vamos começar nosso dia com o espaço dedicado à vocês. Fiquem à vontade e não poupem comentários.
Escrito por Téo José às 07h33
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Grande gol de Maradona e a emoção da narração
Nesta sexta-feira de saudades e com vídeos. Separei um momento sublime do futebol, o gol de Maradona contra a Inglaterra na copa de 86. Sempre gostei da narração com muita emoção, deixando às vezes o coração falar mais alto e na base do improviso mesmo. Veja o trabalho do narrador argentino, como viveu intensamente o lance. Muitos não gostam, eu acho a narração dos argentinos muito legal. São sempre recheadas de emoção. Às vezes exageram, mas o lance pedia.
http://www.youtube.com/watch?v=RiYYSradplU
Escrito por Téo José às 07h42
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Palavras de Irvine
Eddie Irvine sempre aparece com sua língua ferina. Agora disparou para cima de Kimi Räikkönen. Segundo o irlandês, que vai muito bem com negócios fora das pistas, o finlandês precisa se organizar mais e parar de beber e emendou: “se não está ganhando não pode estar bebendo.”
Da sua forma, elogiou Felipe Massa: “está fazendo um bom trabalho. Apesar do seu erro estúpido na Malásia, está muito bem. Sempre à frente de Kimi, desde os testes de inverno.”
Escrito por Téo José às 07h24
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Túnel do tempo maravilhoso
Raramente coloco imagens aqui, mas este video vale à pena. Foi no GP de Dijon, em 1979, um pega sensacional, por duas voltas, entre Gilles Villeneuve (Ferrari) e Renê Arnoux (Renault). A disputa era pelo segundo lugar. A vitória ficou com Jean-Pierre Jabouille - com um Renault . Esta é a Fórmula 1 que queria ver de volta.
http://www.youtube.com/watch?v=owrjMjrtWaU&eurl
Escrito por Téo José às 07h16
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Chuva diminuiu audiência das 500 Milhas
Nos Estados Unidos, a chuva atrapalhou a audiência das 500 Milhas de Indianápolis. A corrida com os carros na pista deu média de 4.3. Na primeira parte antes da chuva era um pouco maior 4.5 e os especialistas acreditam que poderia chegar a 5.2 se não tivesse a longa interrupção. No ano passado a média foi de 5.1.
Por outro lado, as emissoras locais de Indiana, que à noite exploraram bem a corrida, inclusive com imagens, chegaram a quase nove pontos - mais do que a prova da NASCAR na Carolina do Norte, a Coca-Cola 600, super tradicional, com pico de oito pontos, transmitida no mesmo horário.
A NASCAR teve média nacional de 4.5.
O que me chama atenção é que nos Estados Unidos os canais locais têm muita força e espaço em suas programações, não ficam o tempo todo atrelados à cabeça de rede. Preocupam e faturam com os eventos locais, seja qual for o segmento e participam mais da vida da região. No Brasil, por comodidade ou falta de estrutura, é raro uma afiliada ter este posicionamento.
Escrito por Téo José às 06h44
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Bernie insiste em retirar a Magny-Cours do calendário
Bernie Ecclestone mais uma vez afirmou que Magny-Cours não vai estar no calendário da Fórmula 1 em 2008. A intenção do dirigente é levar o GP da França para uma região perto de Paris e realizar a prova em um circuito de rua. Hoje, o local dos sonhos seria o complexo da EuroDisney onde tem espaço, apelo turístico, hotéis e facilidades para se chegar e sair.
Sou a favor de mudanças, não conheço o autodromo atual, mas sempre me falaram que não tem apelo nenhum. Apenas por ser na França. Por isso acho, a troca bem interessante. Na Europa poucos locais se comparam a Paris.
Escrito por Téo José às 07h44
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Coisas da Toyota
A Toyota já me fez perder alguns almoços e jantares. Foi para mim uma das maiores decepções de equipes na Fórmula 1. Desde o inicio acreditava no projeto, pelo investimento e passado da marca no automobilismo. Acompanhei de perto o trabalho de chegada e desenvolvimento nos EUA, no esporte a motor. Só que desde o episódio com Olivier Panis e Cristiano da Matta, resolvi não apostar minhas fichas.
Agora vejo que Ralf Schumacher não terá seu contrato renovado e mais que pode sair depois do GP dos Estados Unidos. Nem deveria ter entrado, mas ser mandado embora no meio da competição não é bacana. Será que eles precisaram de dois anos e meio para conhecer melhor o alemão?
É uma pena a falta de rumo da Toyota, uma marca de peso, com passado e muito dinheiro jogado fora. Da forma que está não vejo futuro.
Escrito por Téo José às 05h21
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A McLaren escapa da punição da FIA
Está no ar a 4ª edição do Podcast dos Amigos da Velocidade com comentários sobre a decisão da FIA de inocentar a McLaren nos acontecimentos no GP de Mônado do último domingo.
Clique aqui e ouça
Forte abraço!
Escrito por Téo José às 09h34
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O escândalo, sem motivo, de Bernie Ecclestone
Depois da FIA, agora é Bernie Ecclestone usando muito bem a mídia. Aliás, sabe como poucos. O todo-poderoso diz que -- se confirmada a manipulação por parte da McLaren da vitória de Fernando Alonso no último domingo -- a equipe poderia ser expulsa do campeonato. Claro que é um exagero.
Tudo isto é um exagero. Já disse por aqui, algumas vezes, o que penso e - como eu - algumas pessoas da Fórmula 1. Que deixam bem claro que a ordem da Ferrari em 2002, na Áustria, não tem nada a ver com a “estratégia “ da McLaren no último domingo:
Patrick Head – Williams : uma equipe não pode ser criticada por tentar conquistar o máximo dos pontos. Não poderiam correr riscos.
Niki Lauda : não teve nada de especial. Quando se tem um minuto de vantagem é justo defender o resultado.
Gerhard Berger: o que vimos domingo não tem na de parecido com a polêmica da Áustria. Uma equipe pode sim pedir a seus pilotos que não corram riscos e se for o caso mantenham as posições.
Escrito por Téo José às 08h29
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Cada uma sobre domingo....
Concordo com alguns amigos da velocidade aqui do nosso espaço, que este papo de McLaren e seus pilotos em Mônaco já encheu. Só que a cada dia surgem novos comentários, que não podem passar em branco. Agora acabo de ler na internet, da Inglaterra, que o jornal de lá, chamado The Times, saiu com uma matéria especulativa já dizendo que Lewis Hamilton vai deixar a McLaren no ano que vem, se transferindo para Ferrari. Segundo o que foi escrito, ele hoje ganha cerca de 500.000 dólares por ano e passaria a faturar 40 milhões.
De tão absurda esta história, que da minha parte fica sem comentários.
Escrito por Téo José às 08h16
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Estratégia de equipe
Quando perguntado se no caso da prova de domingo teria sido ordem de equipe, Ron Dennis de imediato disse que não e, sim, estratégia. No que está certo. Quando você administra uma escuderia precisa pensar no melhor resultado. Na prova de domingo foi isto que fez a McLaren. O que é mais do que uma dobradinha colocando uma volta no terceiro? Para que arriscar?
Em momento algum apareceu uma determinação para este ou aquele dar passagem. Na minha cabeça, acho que foi o certo dentro do panorama da corrida. Depois pedir para pouparem freios ou não se arriscarem me parece sim uma estratégia. Mesmo assim, Hamilton acelerou e tirou uma diferença que era de quase cinco segundos, depois da primeira parada, para menos de um - quando Alonso também resolveu retomar seu ritmo. No primeiro pit stop o espanhol conseguiu abrir nove segundos, quem garante que não obteria vantagem necessária para vencer com uma parada mais do que seu companheiro?
Por isso continuo na mesma linha, o resultado foi alcançado e a equipe tem de buscar em uma prova - como a de domingo - não correr maiores riscos. Nada melhor do que ter os dois pilotos na frente na tabela e o time, da mesma forma, no campeonato de construtores. Uma coisa é ter a postura da Ferrari no passado, pedindo para Barrichello dar passagem. Outra foi o cenário de Mônaco, no lugar de ordem, estratégia.
Escrito por Téo José às 06h01
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Para inglês ver
Para mim é historia literalmente para inglês ver. Este papo da FIA investigar possível esquema da McLaren para favorecer Fernando Alonso.
Primeiro: mesmo ficando na pista mais três ou quatro voltas, Lewis Hamilton não teria nunca combustível para uma parada apenas. Se colocasse até a tampa estaria bem mais lento e quem garante que Alonso não iria abrir e garantir a vitória. Eles alteraram sim, tinham a vitória nas mãos e era melhor garantir a dobradinha. O comunicado oficial da McLaren diz isto. Ron Dennis afirma que não iriam jogar com a sorte, já que tinha o risco de entrar um safety car - como foi nas últimas quatro corridas. Em situação normal, Alonso já era mais rápido. Imagine mais lento. Repito: poderia dar certo. O mais provável é que não.
Segundo: pedir para manterem. Ou seja, não arriscar nada é outra coisa absolutamente normal em Mônaco. Se fosse em outra pista, tudo bem todo este “carnaval” . Ou alguém acha que se Hamilton atacasse o espanhol, o inglês iria ultrapassa-lo?.
Este tipo de coisa não leva a lugar algum e não condeno a McLaren.
Escrito por Téo José às 16h23
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A decisão de continuar a prova em Indianápolis
A pergunta que mais se escuta hoje é se foi correta a decisão de esperar a chuva passar e continuar a corrida, depois de mais de 50% das voltas percorridas e mostrada a bandeira vermelha nas 500 Milhas de Indianápolis. Se terminasse ali, como diz o regulamento, Tony Kanaan seria o vencedor. Os diretores e comissários da prova, e da categoria, que na prática são quase os mesmos, resolveram aguardar e conseguiram dar mais 52 voltas. A primeira interrupção foi com 113 completadas.
Nunca vi nada igual desde que cubro o automobilismo. Na hora pensei que ficariam enrolando uns 30 ou 40 minutos e ai declarariam Tony o vencedor. Claro que ficam monitorando as condições climáticas e naquele momento visualizavam a chuva ir embora, mas também sabiam que poderia voltar. Como aconteceu. No fundo queriam dar chances a alguns pilotos de maior apelo de marketing. Como Marco Andretti e Danica Patrick, dentre outros. Foram para o risco e acabaram perdendo. Não venceu Tony, mas levou Dario Franchitti. Se o escocês estivesse na frente na volta 113 também partiriam para espera.
Pode ser apenas uma viagem minha, mas já vimos antes este tipo de coisa acontecer. De positivo mesmo a atitude de Kanaan dizendo estar pelo menos aliviado porque se não venceu, faturou uma pessoa querida e amiga como Dario. Foi um gesto e uma declaração verdadeira. O brasileiro é assim.
Escrito por Téo José às 08h00
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Contas do Alonso
Fernando Alonso sempre corre com objetivos e fazendo contas para o campeonato. Depois da vitória em Mônaco, afirma que se conseguir mais 40 pontos nas cinco próximas corridas vai estar bem perto de seu terceiro titulo. Chegaria a 78 em dez etapas e com 105 ou 110 manteria o número um ao fim de 17 etapas. Pelo retrospecto dos anos anteriores, pode ser sim. Mas, esta tarefa não é nada fácil. Como não foi nesta primeira parte da temporada. No fundo ainda é bem prematuro fazer estas contas.
Escrito por Téo José às 05h41
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A polêmica sobre a estratégia da McLaren
Muito está sendo dito hoje sobre a McLaren ter dado uma força para vitória de Fernando Alonso. Lewis Hamilton falou não ter compreendido porque foi chamado aos boxes na primeira parada, duas ou três voltas antes. Ele teria mais combustível em seu tanque e ficaria na pista cinco a mais do que Alonso. Principalmente a imprensa inglesa afirma que este ponto e. depois. uma ordem de Ron Dennis para não se arriscarem muito nas últimas 25 voltas interferiram no resultado do GP de Mônaco. Pode até ser. Mas não vejo desta forma. Em duas voltas que o inglês mudaria a história da corrida? E uma determinação destas era uma ação mais do que normal, em qualquer equipe, neste circuito de rua.
Alonso teve um começo de prova muito forte e abriu vantagem necessária para colocar por terra a tática de Lewis em parar mais tarde e aproveitar estas cinco voltas para regressar na frente. Os dois pilotos foram perfeitos em suas corridas, só que Hamilton não estava lutando com qualquer um e, sim, com o bicampeão - que não desaprendeu de uma temporada para outra.
O inglês, mais uma vez, com uma corrida muito agressiva e segundo ele tocando umas cinco vezes no guard rail, confirmou seu estilo de tentar até o fim, mesmo com orientação de não arriscar tanto. E o espanhol soube construir sua vitória, com a ou sem ajuda do time. Desta forma, duas ou três voltas mudariam o resultado da prova.
Também penso que a equipe passa agora a ter mais dificuldade em administrar os dois pilotos e, mesmo com declarações contrárias, o clima interno não é tão amistoso. Em uma corrida existem as críticas da imprensa espanhola e em outra da inglesa. Neste momento em que os dois estão em igualdade na pontuação não tem de rolar muita interferência, eles que se resolvam, desde que não cometam loucuras.
Hamilton, de uma forma branda, deu seu recado de insatisfação. Atitude de quem tem personalidade de vencedor. Resta saber como Dennis vai encarar o assunto, já que começou a ser bastante cobrado por ter feito uma possível opção. Um desgaste que poderia ter ficado só internamente. Vamos esperar as novas mexidas de peças.
Escrito por Téo José às 05h25
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Dario Franchitti vence as 500 Milhas
Quase oito da noite e, finalmente, termina a edição número 91 das 500 Milhas. Com chuva, mais uma vez, a corrida teve Dario Franchitti como seu vencedor. Scott Dixon foi o segundo, Hélio Castroneves o terceiro. Vitor Meira ficou em 10º e Tony Kannan foi o 12º, ele poderia ter vencido, mas foi envolvido em acidente, rodou, teve um pneu furado e foi para os boxes, voltando atrás e sem tempo para se recuperar - devido a volta da chuva. Amanhã falamos mais sobre a prova e de uma certa forma o resultado injusto.
Escrito por Téo José às 19h04
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Tudo pronto para as 500 Milhas
Acabei de chegar na Band e está tudo pronto para a transmissão das 500 Milhas de Indianápolis. A cobertura começa as 13h30 e, de acordo com a informação que tenho nesse momento, a corrida será mostrada na íntegra. Já choveu muito em Indianápolis. Porém, agora, não chove mais e todos - por lá - estão otimistas de que a prova acontece normalmente.
Escrito por Téo José às 12h02
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Um banho da McLaren e a melhor prova de Alonso
Uma corrida bem previsivel. Fernando Alonso manteve o ritmo para deixar Lewis Hamlton apenas como uma possivel ameaça, mas nunca na verdade se tornou um perigo. Como o próprio inglês disse, trata-se do bicampeão e apenas estava pressionando em busca de um erro. Mas, ele sabia que seria dificil acontecer. A McLaren passeou e Fernando fez sua melhor prova na temporada. Resultado: vitória praticamente de ponta a ponta com a melhor volta.
Lewis mostrou mais uma vez que já é um grande piloto e de personalidade impressionate. Lutou até o final correndo todos os riscos. Mais uma ótima prova. Mais um pódio, o quinto consecutivo. E a vitória está próxima.
Com o banho da escuderia inglesa, a Felipe só restaria o terceiro lugar. No fundo acho que, da metade para o final, poupou seu equipamento (motor) para o Canadá. Está tentando construir um campeonato para chegar ao título. Acabou se distanciando do líder, estava 3 pontos atrás em 3º. Agora é terceiro e cinco de desvantagem para os dois primeiros. Mas, abriu dez para Kimi Räikkönen, o que também é importante, mais um passo para ter a equipe com maiores atenções.
Kimi fez uma corrida dentro de uma normalidade, distante do que muitos esperavam dele. No fundo acho que é um piloto previsivel, rápido, com potencial, mas ainda longe de provar que pode ser campeão. Vamos esperar daqui para frente. Foi um péssimo final de semana, mais um, mas este só por culpa dele.
Rubens Barrichello com uma corrida dentro das possibilidades da Honda. Não se pode cobrar nada dele, aliás tem feito um belo trabalho de desenvolvimento em cima de um carro que nasceu errado.
* Estou indo para Band, onde tenho muito trabalho pela frente, se der um tempinho ainda conversamos hoje. Mas, prefiro deixar o espaço para opiniões de vocês.
Escrito por Téo José às 10h41
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